sábado, 27 de junho de 2009


O sopro...

O que fazes ainda preso?
Mudo e inerte...
O mal te venceu
Domina ao teu redor
Desprenda-se
As teias não são feitas de aço
Lute
O caminho pode ser fácil
Há beleza em torno de ti
Eu vejo por aqui
Árvores mágicas entre os fios
Eu tenho o que te falta
Sementes nem tão raras
Apenas sopro...
Lanço ao ar a minha fé
Dissipo a fumaça que quer te envolver
A cada sopro, um novo passo.
Mais um fio derrubado
Aos sopros, aos poucos.
Teu ser é libertado
Individualidade merecida.
Distroi-se a teia de agonias.
Um sopro, um novo destino.
Nem sempre pode se seguir sozinho